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FATORES EMOCIONAIS E A SUA INFLUÊNCIA NO FALAR EM PÚBLICO

“Aprender a administrar a emoção do medo muito importante nosso desenvolvimento pessoal, pois eleva nossa autoestima e nos motiva a enfrentar os desafios no caminho do sucesso pessoal”

A comunicação sempre foi fundamental na espécie humana, porém nos dias atuais intensificou-se a por se estar bem e sermos mais eficazes na comunicação interpessoal, não demonstrando emoções de ansiedade e medo.
Tal fato tem contrastado com nossa educação emocional, ora exercendo um controle social usando o aumento emoções como de inibir comportamentos (os contos de fadas ou mesmo a narrativa de nossos familiares com intenção de amedrontar e assim garantir que crianças e jovens fiquem seguros e iniba seu comportamento de traquinagens temendo serem atacados por “bichos-papões”, lobos maus, etc.) ora estimulando a diminuição de emoções com frases como: “homem não chora”, “não chora, toma água açúcar que passa”, dentre outros.
As emoções, por sua vez, sempre tiveram também uma grande participação na forma como nos comunicamos desde o ato da fala até a linguagem corporal, postura. Estas emoções são fatores automáticos que nos levam à ação, são aspectos de nossa natureza humana que fazem com que nos comportemos de forma automática e eficiente, como a emoção do medo que nos ajuda a nos proteger de algo ameaçador. Os sinais fisiológicos que expressam esta emoção podem variar de pessoa para pessoa, mas no geral constitui de tremor, gagueira, sudorese, tensão muscular, chegando até a sintomas mais graves como náuseas, pressão arterial elevada ou rebaixada e até o pânico.
Sentimentos compartilhados de medo e angústia podem, se for repetitivo (e os afetos possuem característica fundamental repetição) se tomar incapacitante e afetar a de um indivíduo. O tão desejado ‘controle emocional’ que busca diminuir nossa sensação de vulnerabilidade é parte de um processo de compreensão de como os afetos agem em nosso corpo e assim empreender um controle de comportamento que possa modificar situações indesejáveis em nossa existência como um todo. Aprender a administrar essa emoção e diminuir o efeito dos sintomas ansiogênicos no ato de falar em público é muito importante para nossa melhor adaptação ao mundo externo e interno. Isso acorre com o aumento da percepção de como os afetos nos ‘alertam” para uma situação e como podemos ter reações mais adaptativas. Neste ínterim, atividades e treinos, ouvir a si próprio, melhorar postura corporal, enfim, realizar acompanhamentos específicos com práticas variadas estimulam o aumento do repertório de falar bem em púbico.

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